Conversei
com alguns amigos próximos e pessoas especializadas que me ajudaram a focar nas
construções que poderiam acontecer; neste período pandêmico, uma vez que
ninguém sabe quando vai acabar. Comecei a procurar formas de melhor desenvolver
as atividades e demandas que estava tendo como bolsista, uma vez que as mesmas
começaram a aumentar, já que o grupo havia entendido que era preciso firmar uma
continua rotina remota.
Nesta
mesma fase, também foi lançado o calendário alternativo da UFPEL, no qual me
matriculei em cinco projetos, um deles sendo o planejado para as discentes do
nono semestre, intitulado “Pedagogia da Presença: Redes de desenvolvimento
humano em tempos de pandemia” que consiste na escrita de um artigo pautado no
resgate aos principais elementos observados no segundo semestre de 2019, com a
turma que faria o estágio curricular obrigatório.
Na
aceitação (maio-agosto), acredito de ter aprendido a organizar/otimizar o tempo,
ter trabalhado, traçado metas, cumprido objetivos, realizando alguns projetos
autorais, bem como concluído alguns dos projetos que iniciei no calendário
remoto e deixando bem encaminhado outros.
A terceira fase é a que estou vivendo agora, a continuidade da anterior, tudo que aprendi, estou replicando, o que plantei, estou começando a colher. Considero ter me adaptado rapidamente ao momento que infelizmente estamos enfrentando, e por mais que seja óbvio, ainda assim é importante ressaltar que o profissional o qual propõe-se ser educador, precisa estar disposto a encarar e saber lidar com as mudanças.
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