Sou,
mas ainda não estou ... professora!
Estefânia Alves Konrad
Pedagoga
já me considero desde que ingressei no curso ... Em meados de março de 2016. Todavia,
porém, contudo, entretanto, o fato foi consumado em janeiro de 2021. Quando
iniciei, mal sabia, mas começava a trilhar uma das mais belas (o belo quase
nunca é fácil) caminhadas do meu destino.
Hoje,
após aproximadamente um mês da colação de grau, posso afirmar que sou
oficialmente pedagoga. Isso quer dizer que tem um documento certificando minha
capacitação para ministrar aulas para crianças, crianças pequenas, crianças bem
pequenas e também jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de estudar
quando eram pequenos e depois de crescidos optaram por retornar ou começar os
estudos.
Ser
professora é uma responsabilidade que assumo todos os dias quando olho para o
espelho e vejo refletido nele uma mulher que precisou vencer barreiras de todos
os tipos para concluir a graduação e hoje ser reconhecida como uma
profissional.
Minha
trajetória docente só está começando, mas confesso que já pensei “será que sou
suficiente?”, “será que essa é a minha vocação?”, “será?, será? ..” e mais
vários “serás” diferentes. O mais interessante disso tudo é que na maioria das
vezes não tenho respostas para minhas próprias indagações, mas minhas experiências
com alunos (que já tive o privilégio de ter), me provam como é gratificante ser
professora. E ser grata por essa profissão é combustível para seguir adiante.
Para
fazer jus aos profissionais da educação que tive durante todos os níveis
educacionais, colocarei uma pitadinha de cada um em minhas práticas.
O
ano de 2021 começou, ... Usando uma gíria virtual: A pedagoga Estefânia está
online.
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