O que absorvi na disciplina sobre
Educação Inclusiva da Especialização em Educação FaE/UFPel em 2023/1?
Por:
Estefânia Alves Konrad
Diário
primeira aula
Proposta –
Responder: O que é inclusão pra mim? Em 3 de maio de 2023, às 9h58am respondi,
rapidamente, que: Inclusão, no meu ponto de
vista é envolver o sujeito nos processos, seja qual for o contexto. Em relação
a educação, incluir é uma ação que os educadores devem garantir.
Aula 1
Proposta - Observa a imagem e reflita: Quais
sentimentos são movimentados observá-la?
As
amoras estão em diferentes estágios de amadurecimento. Uma em específico está
bem mais madura que as outras e tem outra, escondidinha por uma folha que está
madura também. A coloração e os tamanhos são as diferenças que podemos observar
pela foto, mas entre elas, existem diferenças que não podem ser reveladas pela
imagem, como por exemplo, se está doce ou amarga. Ao visualizar, certamente a
roxinha pode ser a que se conclua que está mais doce, no entanto, quem garante
que as rosadas não estejam? Por que elas não se desenvolveram igualmente?
Talvez seja por que não tiveram os mesmos estímulos. Algumas receberam mais
sol, outras conseguiram se hidratar mais, algumas ficaram protegidas pelas
folhas, outras mais expostas a vento e animais, essas experiências influenciaram
no desenvolvimento, mas todas elas são belas amoras.
Sobre a disciplina:
A
educação inclusiva, ao contrário do que se imagina no senso comum, não se
restringe apenas a inclusão de pessoas com deficiência. Também, mas não só.
Pois prevê a inclusão plena das diversas diferenças.
A
seguir trago um trecho da citação de Abramowicz (1997) que foi apresentado no
primeiro dia de aula e que ilustra essa perspectiva.
[...]
Precisamos de uma pedagogia que seja uma nova forma de se relacionar com o
conhecimento, com os alunos, com seus pais, com a comunidade, com os fracassos
(com o fim deles) [...] ABRAMOWICZ, 1997.
Em
outras palavras, cabe a nós, educadores, promovermos diferentes mecanismos para
incluir nossos alunos, com objetivo que os educandos se sintam pertencentes do
contexto e se apropriem do conhecimento.
Brevemente veremos ao longo dos estudos:
I –
Inclusão e Diversidade na escola
·
O que é e para que serve a Inclusão?
·
Inclusão X integração
·
Deficiência ou Dificuldade de aprendizagem?
II –
Recursos didático-pedagógicos para inclusão
·
Plano individualizado
·
Adequações curriculares
·
Atendimento Educacional Especializado
Proposta:
Quais as expectativas com a disciplina?
Pretendo
conhecer fontes as quais poderei recorrer quando necessário, bem como partilhar
e ouvir relatos do cotidiano de outros profissionais da educação em relação à
inclusão. Gostaria de conhecer recursos que auxiliam no processo de formação de
educadores e aprimorem a prática docente neste sentido.
Proposta:
Observa a figura e copia de ponta cabeça e depois de modo normal
Qual
dos dois desenhos ficou melhor? O de cabeça para baixo
Por
que será? Não achei uma explicação, no entanto, ao desenhar, me senti mais
confortável quando o desenho estava de ponta cabeça.
Referências
CARVALHO,
Rosita Edler. Removendo barreiras para a aprendizagem. 4.ed. Porto
Alegre: Mediação, 2000.
CARVALHO,
Rosita Edler. Educação Inclusiva. Com os pingos nos “is”. 3.ed. Porto
Alegre: Mediação, 2005.
Diário
segunda aula
Livro
de literatura infantil - Título: Davi, um coelhinho especial! Autora: Cristina
Klein Editora: Blu Editora, 2011 Coleção: Trabalhando as diferenças e a
inclusão social.
Recorte
de um dos slides apresentados na segunda aula: “Interessante
atentar que a inclusão preconizada pelo PNE é ampla ao defender e mencionar a
inclusão da diversidade humana que não está, somente, limitada às pessoas com
deficiência, mas dos “diferentes”, como o homossexual, o negro, o índio, o
pobre, dentre outros”.
Aula
2
Neste
dia foram apresentados dois relatos de educadoras que não tiveram em sua
formação inicial disciplinas ou conteúdos sobre educação especial.
Impossível
não me sentir representada em ambas as falas, pois atualmente sou professora na
Associação de Pais e Amigos de Jovens e Adultos com Deficiência e assumir este
posto foi resposta a um convite muito carinhoso.
Anteriormente
ministrei algumas atividades relacionadas à literatura de forma voluntária
nesta associação, primeiramente com intuito de aprimorar minha prática como
leitora literária para um grande grupo, mas também com o objetivo de adquirir
experiência em ações com pessoas com deficiência, pois na minha formação
inicial tive apenas uma disciplina que abordava a teoria e não houve prática.
Quando
surgiu uma vaga para professora, a associação entrou em contato para me fazer o
convite. Senti-me lisonjeada com o reconhecimento, mas em reunião com a
coordenadora, expus meu anseio de não ter uma formação específica na área. Uma
das falas dela, nesta conversa, me mostrou algo que ainda não havia parado para
pensar. Não saberei reproduzir tal qual foi dito, mas em outras palavras, ela
sinalizou que o importante era ter tato com os alunos, independe da deficiência
e isso eu tinha demonstrado ter nas ações voluntárias. Depois, refletindo sobre
isso, me dei conta que essa preocupação em não ter uma formação especifica
demonstra que de fato sou educadora, pois a busca pelo que desconheço para
aprimorar a prática será constante.
Com
isso, hoje, passados cinco meses desde que comecei a trabalhar na APAJAD, me
sinto privilegiada. É a minha primeira experiência como docente titular de uma
turma e com certeza a mais significativa da minha vida, pois diariamente
aprendo não só como ser professora, mas como ser um ser humano mais empático.
Desde o ingresso na pedagogia tinha a percepção de que lecionar é o movimento
continuo e mutuo entre ensinar e aprender com o outro, e hoje tenho certeza.
Trago
a seguir trechos das duas falas apresentadas em aula que me representam
muitíssimo.
Fala
15: “[...] Trabalhar com alunos deficientes não é coisa fácil, mas também não é
o caso de não aceitar só por que não temos formação, pois temos que ir à luta.
A formação a gente vai buscando por toda a vida e depois, tem coisas que só se aprende
na prática mesmo [...]”.
Fala
26: “[...] Já aprendi muito com estes alunos, muito mais do que com os outros
que não tem nenhuma deficiência: pra mim formação é isso: vou lendo,
conversando com minhas colegas, experimentando, nem sempre dá certo, às vezes
me sinto literalmente perdida, falta o conhecimento, né? Será que meu trabalho
seria melhor se eu soubesse mais sobre as deficiências? Não sei.”.
Como
afirma a professora da fala 15, a formação, buscamos por toda vida e tem coisas
que só aprenderemos na prática. Cada dia que passa isso é mais notório na minha
prática, uma vez que tenho buscado mecanismos para aprimorar a prática conforme
as demandas vão surgindo. Complementando o colocado, a educadora da fala 26
representa as indagações que os profissionais da educação deveriam
constantemente se fazer, independente de ter ou não na classe, alunos com
deficiência, pois essa é uma das múltiplas diversidades existentes.
Inclusão x Integração
Integração
é um processo no qual a pessoa com deficiência ou em situação vulnerável, é
capaz de participar na sociedade do jeito que ela está organizada. Já a
inclusão é uma proposta de tornar a sociedade acessível às pessoas com
deficiência, garantindo a participação de todas no meio social (SASSAKI,
1997:24).
Referências
CARVALHO,
Rosita Edler. Removendo barreiras para a aprendizagem. 4.ed. Porto Alegre:
Mediação, 2000.
SACRISTÁN,
J. Gimeno. Educar e conviver na cultura global. São Paulo: Artmed, 2002.
SASSAKI,
Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 7ed. Rio de
Janeiro: WVA, 2006. ___. Bibliotecas escolares inclusivas. São Paulo.
Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/SASSAKI_-
_Acessibilidade.pdf?1473203319
Diário
terceira aula
Proposta – Deficiência, transtorno ou dificuldade de aprendizagem
Aula
3
No inicio da aula assistimos o vídeo dos
sapos, onde, de acordo com a minha interpretação, mostra que encorajar o outro
a realizar uma ação é um potencializador efetivo para o êxito e pleno
desenvolvimento da mesma.
Posteriormente
entendemos a diferença entre deficiência intelectual, transtorno de
aprendizagem e dificuldade de aprendizagem.
A de deficiência intelectual, acontece
antes mesmo do nascimento, o transtorno de aprendizagem, geralmente se origina
antes dos 18 anos e a dificuldade de aprendizagem, segundo Ciasca e Rossini
(2000, p.130) se refere ao ambiente ou trauma. Este, é um termo mais amplo e
utilizado para “qualquer tipo de dificuldade apresentada durante o processo de
aprender, em decorrência de fatores variados, que vão desde causas endógenas
até exógenas”.
E quanto ao distúrbio ou transtorno? Para
Ciasca e Rossini (2000) se caracteriza pela perturbação de um processo, sendo
que qualquer distúrbio implicaria em uma perturbação na aquisição, utilização
ou na habilidade para solução de problemas. É assim, mais restrito. Envolve uma
disfunção específica geralmente de ordem neurológica e/ou neuropsicológica.
Sobre
os transtornos funcionais específicos:
Principais deficiências intelectuais
Síndrome
de Down
·
É uma
alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21;
·
1 a cada
600 vivos;
·
150000
por ano no Brasil;
·
Em torno
de 60% tem TDH e TDAH.
X-Frágil
·
Orelhas e
testas grandes e causa deficiência intelectual.
Síndrome de Willi
·
Fraqueza muscular;
·
Dificuldade
em mamar;
·
Apatia;
·
Fome em
acesso;
·
Dificuldade
na aprendizagem;
·
1 a cada
10 mil.
Síndrome
Angelman
·
1 a cada
15 mil;
·
Atraso na
aquisição motora;
·
Origem
materna;
Síndrome
de Willians
·
1 a cada
10 mil;
·
Uso
excessivo de clichês e efeitos sonoros.
TEA
·
Percebido
nos primeiros anos de vida;
·
Maior
incidência em homens;
·
Não tem
causa específica.
TOD
·
Causa
desconhecida;
·
Começa
antes dos 8 anos;
·
Humor
irritável;
·
Trat.
Terapia ind. E familiar;
·
6% da
população.
Conclusão: Percebe-se que o diagnóstico não é o
destino, mas importa, especialmente ao profissional do atendimento educacional
especializado conhecer as principais características da deficiência do aluno.
Diário
quarta aula
Proposta: Recursos didáticos
Aula 4
Infelizmente
não estava presente nesta aula, mas ao ler os slides, primeiramente percebo o
conceito de aprendizagem, descrito como “processo pelo qual o comportamento se
modifica em consequência da experiência.
Para
que haja aprendizagem é necessária à ação do sujeito sobre o objeto do
conhecimento”.
Em
relação ao tempo de aprendizagem, com os questionamentos colocados, somado a
minha experiência docente e as afirmações feitas na apresentação, concluo que é
imprescindível conhecer afundo as particularidades de cada aluno.
Outros
aspectos que contribuem positivamente para melhor desenvolvimento, tanto das
aulas quanto da aderência dos alunos as propostas são: apresentar atividades e
recursos atraentes, ser afetiva e sensível às demandas individuais, mas para
isso, é preciso, como colocado no parágrafo anterior, que se conheça os alunos
e suas individualidades.
A
seguir, elenco as estratégias demonstradas na apresentação de slides que
auxiliam na prática pedagógica:
• Dar
tempo para o processamento da linguagem e para responder.
• Escutar
atentamente – seu ouvido irá se acostumar.
• Falar
frente à frente e com os olhos nos olhos do aluno.
• Usar
linguagem simples e familiar, com frases curtas e enxutas.
• Checar
o entendimento – pedir para o aluno repetir instruções dadas.
• Ensinar
a ler e usar palavras impressas para ajudar a fala e a pronúncia.
• O
uso de um diário para casa e escola pode ajudar os alunos a contar suas “novidades”.
• Desenvolver
a linguagem através de teatro e faz-de-conta.
• Encorajar
o aluno a liderar.
• Criar
oportunidades onde ele possa falar com outras pessoas, por exemplo, levar
mensagens, etc.
• Providenciar
várias atividades e jogos de ouvir por pouco tempo e materiais visuais e táteis
para reforçar a linguagem oral e fortalecer as habilidades auditivas.
Em
relação ao déficit de memória auditiva recente e na habilidade de processamento
auditivo as estratégias são:
• Construir
uma gama de tarefas curtas, focalizadas e definidas claramente nas aulas.
• Variar
o nível de demanda de tarefa para tarefa.
• Variar
o tipo de apoio.
• Usar
os outros colegas para manter o aluno trabalhando.
• Trabalhar
no computador às vezes ajuda a manter o interesse do aluno por mais tempo.
• Limitar
a quantidade de instruções verbais a uma de cada vez.
• Dar
tempo ao aluno para processar e responder às colocações verbais.
• Repetir
individualmente para o aluno qualquer informação ou instrução que foi dada à
classe como um todo.
• Tentar
evitar instruções ou discussões na classe que sejam muito longas.
Falando
no aspecto da consolidação e da retenção da aprendizagem, segundo a
apresentação “os alunos com deficiência intelectual geralmente levam mais tempo
para aprender e consolidar coisas novas e a habilidade de aprender e absorver o
aprendizado pode variar de um dia para o outro”. As estratégias são:
• Oferecer
mais tempo e oportunidade para repetições adicionais e reforço.
• Apresentar
informações e conceitos novos de maneiras variadas, usando material concreto,
prático e visual, sempre que possível.
• Seguir
em frente, mas sempre dar uma revisada para assegurar que coisas aprendidas
anteriormente não ficaram esquecidas com a assimilação das novas informações.
• Assegurar
que as regras são claras
• Distinguir
o “não consigo fazer” do “não vou fazer”
• Investigar
qualquer comportamento inapropriado, perguntando a si mesmo por que o aluno
está agindo deste modo: a tarefa é muito fácil ou muito difícil ? A tarefa é
muito longa ? O trabalho é adequado ?
Por
último, mas não menos importante, um elemento que garante a aderência do
educando as vivências, experiências, informações e conhecimentos à eles
expostos é a união entre o aluno, o professor e a família.
Para
concluir, trago uma reflexão levantada na apresentação que diz respeito ao
processo e as estratégias de abordagem para trabalhar com alunos com
deficiência. No entanto não se restringe só a este campo, bem como é importante
para prática docente como um todo.
As
estratégias são meios para alcançar o objetivo, mas não é uma receita de bolo.
O que funciona para um, não necessariamente funcionará para outro, assim como o
que não funciona para alguém, pode ser uma excelente ferramenta para outra
pessoa.
Referências:
FREINET,
C. A educação pelo trabalho. Lisboa:Presença,
1974.
FREIRE,
P. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
Folheto
produzido por Sandy Alton, da Down´s Syndrome Association, e distribuído pelo
Ministério da Educação britânico. Tradução Patricia Almeida.
PALUDO,
Conceição. Educação de Jovens e Adultos. V Curso de Alfabetização: propostas e
perspectivas, 2012.
VIGOTSKY,
L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
VIGOTSKY,
L. S. Fundamentos da Defectologia. Obras Completas. Tomo 5. Editorial
Pueblo Educacion, 1989.
PIAGET,
J. Psicologia e Pedagogia. Rio de Janeiro: Forense, 1985.
GANS
A., VIEIRA, S. L. Desenvolvimento Infantil. Gazeta do Povo, 03/2016.
COSENZA,
Ramon; GUERRA, LeonoNeurociência e Educação - ISBN – 9788536325484. Acesse em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536326078/pageid/51
Diário
quinta aula
Leitura do livro: O clube do
Arco Iris
Proposta:
Plano de Desenvolvimento Individualizado
Aula
5
Começo
explicando que o PDI (plano de desenvolvimento individualizado) é um conjunto
de princípios baseado na pesquisa e constitui um modelo prático para maximizar
as oportunidades de aprendizagem para todos os estudantes.
Baseia-se
na pesquisa do cérebro e mídia para ajudar educadores a atingir todos os
estudantes a partir da adoção de objetivos de aprendizagem adequados (BERSCH,
2008). E concentra-se nos objetivos, métodos materiais e avaliação que se pretendem
flexíveis para poderem ser personalizados para diferentes necessidades de cada
aluno (CAST, 2015).
Os
princípios do D.U para aprendizagem são: 1) proporcionar múltiplos meios de
envolvimento; 2) proporcionar múltiplos meios de representação; 3) proporcionar
múltiplos meios de ação e de expressão.
Sobre a AEE
O
público alvo da AEE são os alunos com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento, TEA e Síndrome de Rett.
Sobre o PDI
O que é PDI?
Plano de Desenvolvimento Individualizado.
Quem faz? Professora
da sala de recursos.
Por que fazer? Porque
é direito do aluno.
Como fazer? Analisar a individualidade e oferecer propostas condizentes.
Referências:
CADERNOS
DO MEC – Saberes e Práticas sobre inclusão. 2004. BERSCH, R.C.R.; PELOSI, M. B.
Portal de ajudas técnicas para a educação: equipamento e materialpedagógico
para a educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física,
tecnologia assistiva, recursos de acessibilidade ao computador. Brasília:
Secretaria de Educação Especial, 2008.
BEYER,
Hugo O. Inclusão e avaliação na escola de alunos com necessidades educacionais
especiais. Porto Alegre: Mediação, 2005.
BRASIL.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Lei nº 9394, de dezembro de 1996.
BRASIL.
Plano Nacional de Educação. Brasília, MEC, 2001. CAST. Desenho universal para a
aprendizagem. APA Citation: CAST, 2015. Universal version 2.0. - www.cast.org /
www.udlcenter.org – tradução. Disponível em: www.cast.org. Acesso em: 08 abr.
2017.
DELEUZE,
G. Diferença e Repetição. Rio de Janeiro: Graal, 1988. Trad. Luiz Orlandi e
Roberto Machado.
FARIA,
Yara Prado de. Por que trabalho diversificado? Revista Criança, Minas Gerais,
n. 20, janeiro/ 1989.
GALVE,
J.L.; SEBASTIAN, E. e outros. Adaptaciones curriculares de la teoria a la
practica. Madrid: Editora CEPE, 2002.
MRECH,
Leny. O que é educação inclusiva? www.inclusão.com.br. Acesso 12/07/2004.
SAAD,
Nader S. Preparando o caminho da inclusão.São Paulo: Vetor, 2003.
SCHWARTZMAN,
José S. e Col. Síndrome de Down. São Paulo: Memnon: Mackenzie, 2003.
Observação:
Acrescentei as referencias de cada aula, mesmo não as mencionando diretamente,
pois ao montar este diário, além de ser uma atividade para disciplina, pretendo
usá-lo como documento para recorrer quando necessário. E acredito que já
dispondo das referencias ao final de cada temática abordada durante as aulas,
facilitará nas buscas futuras.
De:
Estefânia
Para:
Professora Gil
Prof.
quis deixar um recadinho ao final destes estudos pra ti.
Primeiramente gostaria de te agradecer pelo compartilhamento das tuas vivencias e experiências na área, que transcendem a docência e demonstram o amor, a dedicação e a vontade que tens de lecionar. Sinto-me privilegiada de ter a oportunidade de ser tua aluna pela segunda vez... Espero ainda ser em outros momentos e espaços formativos. Te admiro como profissional, como mãe e como ser humano. Obrigada por tudo! Até a próxima!



